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Quanto custa ser feliz?
Afinal, você não acredita naquele papinho de que “dinheiro não traz felicidade", certo?
Nem eu!
Mas a questão é: até que ponto, o dinheiro em si, interfere no sentir-se feliz?
Bom, segundo estudos dos psicólogos Daniel Kahneman (falecido ano passado) e Angus Deaton, o número é de 75 mil dólares/ano.
Não é correto fazermos o câmbio, ok?
O melhor raciocínio é pensar 1:1, ou seja, 1 dólar = 1 “dinheiro”.
Logo, o estudo defende que à partir de uma renda média de 6 mil “dinheiros”, o dinheiro passa a ter pouca influência na felicidade
Como esse estudo é de 2010, se corrigirmos pela inflação, podemos arredondar aqui que, pessoas que saem de um patamar baixo, até atingirem 10 mil “dinheiros” por mês, se sentirão muito feliz com mais dinheiro
Porém, não será a mesma proporção de felicidade, quando ela sair de 10 mil para 20 mil.
Olha que interessante:
Há alguns dias, eu estava andando com a Lê pelo condomínio, e falávamos o quão impactante foram nossas mudanças nos últimos 5 anos, pois saímos de um apto na zona leste de São Paulo, de 65 metros, pra uma casa num condomínio de alto padrão no interior, com 300 metros.
Mas nós concluímos que o maior impacto, não foi essa casa que moramos atualmente. Mas sim, nossa mudança pra São Caetano.
Eu lembro, isso foi em Outubro de 2020, quando fomos visitar o apto.
Eram 100 metros quadrados, bem maior que o que morávamos, mas não era apenas isso. O condomínio era no estilo club, muito superior ao que tínhamos em São Paulo.
Foi impactante a mudança.
Corta pra 2025, a gente sai desse apto de 100 metros pra uma casa de 300 metros
Teoricamente, a mudança pra casa deveria ser mais impactante, concorda?
Mas não foi.
E por que não foi?
Porque, por mais que a proporção de metragem fosse maior, o gap de estilo de vida foi menor.
A mudança de São Paulo pra São Caetano nos tirou de um condomínio de padrão baixo para de um padrão alto
De São Caetano pro interior, saímos de um padrão alto para um padrão (um pouco mais) alto.
Isso quer dizer que, se daqui algum tempo, eu mudar pra uma casa de 500 ou 1.000 metros, pode ser que ainda não seja tão impactante, porque vou sair de um padrão alto, para um padrão luxo.
Mas a verdade é que o impacto de sair do baixo pro alto, sempre vai ser maior
Isso pode comprovar a tese de que, à partir de uma quantia específica de dinheiro, ele passa a não trazer felicidade na mesma proporção
Não acredito que o teto seja esse de 10 mil “dinheiros” /mês, mas eu acredito sim que, em alguma medida, o dinheiro “perde força”
Será que a vida de alguém que tem 20 milhões é muito diferente de quem tem 50?
De quem tem 100 ?
Não sei! Quando chegar lá, te conto.
Mas o que quero voltar aqui é em outra discussão:
Afinal, será que existe algo, que cientificamente, traz felicidade?
E a resposta é: sim!
Na verdade, existem várias formas de se gerar felicidade, mas quero aqui explorar uma em específico
Que, acredite, pesquisas apontam que é melhor que sexo, poder e o próprio dinheiro, pois ela gera sentimento perene.
E ela se chama: Sentimento de Utilidade (para os íntimos Propósito)
Bom, se você duvida disso, vou deixar o artigo AQUI pra você ler
De forma resumida: ter um propósito, se sentir útil, ajudar as pessoas, traz felicidade perene, duradoura.
E digo mais, se segura na cadeira pra não cair:
Tem um outro estudo que mostra que gastar dinheiro com as pessoas, traz mais felicidade que gastar com você mesmo.
Duvida? Eu não inventei isso não… vou colocar o artigo AQUI pra você ler também.
Olha, eu não posso te afirmar que já me “aposentei” viu?
Tô trabalhando pra que eu garanta as minhas próximas gerações, mas eu não posso negar que vivo numa bolha, que talvez nem 1% dos brasileiros têm acesso
A casa onde moro tem piscina
Meu carro é zero e tem 7 lugares
Minha esposa não precisa olhar etiqueta de preço em mercado
Temos babá
Enfim, eu tenho um padrão de vida muito confortável, mas trabalho duro pra isso também.
Porém, eu concordo muito que o sentimento de utilidade é muito poderoso pro nosso estado emocional
Sério… cada relato que recebo de aluno que teve a vida transformada pelo meu método, me dá uma recarga de energia, uma vontade extra de fazer mais.
É um negócio que não sei nem explicar… eu vou chamar aqui de “tesão profissional”
e acho que é essa a expressão mesmo.
Quando vejo que meu trabalho tem utilidade, que impacta a vida de famílias, que gera valor pra sociedade, eu vejo isso com um pagamento tão forte (ou mais) do que dinheiro
Eu juro pra você (e olha que sou católico e isso é muito sério): eu só vejo meu extrato da Hotmart no dia que faço o saque.
E isso não quer dizer que não to nem ai com dinheiro, longe disso.
É porque eu não lembro mesmo de entrar lá… não passa pela minha cabeça.
E novamente: eu valorizo (e muito) o dinheiro que conquisto. Mas ele não é meu único motivador
De toda forma, quero te fazer uma provocação:
Faça o teste!
Ajude alguém hoje, algo simples… nada mirabolante.
Faça isso e depois me diga se seu dia não foi melhor.
Momento: dê-me seu dinheiro e seja feliz:
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Se cuida!
Até sexta que vem, às 11:06
Netto Simões

